Sunday, January 21, 2007

Despedida

Eu li, a mensagem da professora Susana.
Estou sentindo grande tristeza.Os barcos vem e vão.Alguns barcos navegam em águas profundas, e deixam na gente, mudanças radicais.Eles vem e nos tocam, profundamente.
Você Suzana, fez com que mudassem expectativas, na minha vida.Você com certeza, no seu jeito de trabalhar, de ser educadora, fez com que eu pensasse melhor a educação, o que faço, como faço.
Vou sentir saudade, desta disciplina e principalmente de você. Já estou sentindo.
Tania Bernardon

Monday, January 01, 2007

Esta é a Juliana


ESTA MENINA É UMA DAS PESSOAS


QUE COM CERTEZA MERECE SER FELIZ!

ELA É CARINHOSA, SOLIDÁRIA, E


QUER QUE VOCÊS A CONHEÇAM. MANDOU

A FOTO PARA MIM COLOCAR NO MEU

BLOG.

Wednesday, December 27, 2006

MINHA FAMÍLIA - OLHEM QUE GENTE LINDA

Thursday, December 21, 2006

Atividade 10 ECS

Minha passagem pela Wikistória

A atividade na wikistória foi especialmente contributiva.
Todos nós, descrevemos os nossos sonhos e que nós esperamos fazer, em matéria de educação, para sairmos deste marasmo no qual nos encontramos.
Me senti durante o relato feito por colegas, acompanhada.Senti que meus colegas debatendo, me ajudam,a tornar a escola mais inclusiva, mais diálógica.
Há muitos problemas em nossas escolas que nos perseguem como um pesadelo.Não há como ignorá-los, nem fugir deles.Entre os pesadelos mais constantes está o fracasso escolar.Alguém dirá, mas está quantificado: altas percentagens de repetenttes, reprovados, defasados.O pesadelo é mais do que o que quantificamos.Podem cais as percentagens, que ele nos persegue.O fracasso escolar passou a ser um fantasma, medo e obsessão pedagógica e social.Um pretesto.Uma peneira que encobre realidades mais sérias.Por ser um pesadelo nunca nos abandonou, atrapalha nossos sonhos e questina e derruba nossas melhores propostas reformistas.Quanto se tem escrito sobre o fracasso ou sobre o sucesso e a qualidade, seus contrapontos, e continuamos girando no mesmo lugar.
Como estamos em um tempo de sonhos pedagógicos renovados, não poderíamos esquecer que o pesadelo/fracasso poderá preturbá-los. O interessante é constatar em cada momento social ele é reposto com novas conotações.Cada tempo social, cultural e pedagógico traz novas perspectivas no nosso olhar e novas sensibilidades.Onde estariam as novidades no olhar, equacionar e encarar esse pesadelo.
A retomada de uma concepção mais humanista de educação básica orientada para o pleno desenvolvimento humano dos educando aponta para a superação da cultura de exclusão e da lógica estrutura seletiva de nosso sistema escolar.

Wednesday, December 13, 2006

Trabalho 11- 1 ECS

Desigualdades Educativas Estruturais no Brasil.



A escola constitui, no Brasil, um produto social desigualmente distribuido.A categoria social econômica, sexo, etnicidade, local de residência e também o tipo de escola, particular e pública.
A escola igualitária, a fábrica de cidadões iguais e a função homogeneizadora, foi se esvaziando de sua substância.
Da atual fragmentação do sistema escolar brasileiro, acentua a desigualdades sociais e compromete o desenvolvimento econõmico e social do país.
São quatro os períodos principais, na história das lutas em prol da escola pública no Brasil.
O primeiro de 1934-1962 é marcado pela discussão entre católicos e leigos, quanto às orientações gerais da política educativa no País.No plano pedagógico, este corresponde a introdução do pensamento pedagógico liberar no Brasil.Em 1932, foi feito o manifesto dos pioneiros da nova escola, a qual preconizava uma universalização do ensino, sistema de educação pública.Em 1962 acabou com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases onde as comunidades rurais permaneceram afastadas da escolarização maciça.
O segundo período corresponde ao surgimento da educação popular entre 1962 a 1964 e se desenvolveu graças ao trabalho do movimento de educação básica MEB e a atuação do pedagogo Paulo Freire.O debate acerca da alfabetização de adultos e da educação popular num contexto político,marcado por muitas lutas sociais.
O terceiro período teve inicío em 1964 com o advento do regime militar.Esse regime tentou implementar um política tecnicista, centrada nos conceitos de racionalidade, eficiência e produtividade.Foi combatida pela maioria dos educadores brasileiros, que não hesitaram em recusar o caráter autoritário do regime e de sua proposta pedagógica.
O quarto período começa no início dos anos 80 com o retorno progressivo á democratização.Várias medidas legislativas em prol da escola pública foram votadas como Nova LDB, em 1996.
Nas últimas décadas, o sistama brasileiro, progrediu muito na sua forma organizacional e quantitativa.Um aumento sensivel das taxas de escolarização e uma baixa constante das taxas de analfabetimo.
A estrutura do ensino público começa na constitu~ção de 1824 que reconhecia o direito de todo cidadão a uma educação primária.Em 1930 criou-se o mnistério da educação a seguir com a lei de diretriz de 1962 criou-se três tipos de escola.A contituição de 1988 estabeleceu a convivência das redes pública e particular.
Parece-nos uma dualidade ensino público/ensino particular a base de leitura apropriado para analisar o sistema educativo atual no Brasil.A escola pública acolhe a maioria dos alunos e a rede particular, elitista, é frequentada pelas classes dominantes.
A disparidades entre os estado também são flagrantes.O Nordeste dispõe de uma rede pública particularmente degradada.O númenro de docentes leigos é um dos indicadores que reflete essa precariedade.
O Nordeste brasileiro constitue a maior concentração de pobres da America Latina.Mais da metade das crianças nas zonas rurais recebem menos de 4 anos de escolaridade e um quarto da população nunca foi escolarizada.
Os salários dos docentes é outra disparidade entre a redes.Oa salários da rede pública são inferiores aos da rede privada, e as despesas por alunos fazem também parte das diferenças de qualidade entre as redes públicas e particulares.

Friday, December 08, 2006

Semana 10 =1

Tentando trabalhar na wikistória, não participei do jeito que pretendia e fiz empenho. Todos os assuntos me atraiam, e o meu computador me traiu.Quem sabe na semana que vem.
Gostaria de debater à nossa prática na escola.Gostaria de dizer que a escola ensina a mesma coisa, para todos os educandos, muitas vezes não ouve o aluno, de onde ele vem, quais suas necessidades,seus sonhos.
Lendo Paulo Freire ele nos diz: ensinar exige saber escutar, ensinar exige disponibilidade para o diálogo.
O diálogo pensado por Paulo Freire é um passo adianta nesse caminho.Ele não é um método de trabalho para que se aprenda melhor e, de uma maneira mais participativa, mais verdadeira.Acho que Paulo Freire nos diz que o diálogo é a própria razão de ser do aprender.Logo o diálogo entre pessoas, dentro ou fora das salas de aula, dentro e fora das escolas, é aquilo em que a educação deve se realizar.Eu considero que não devemos lançar apenas mão de situações ativas, participativas, dialógicas para facilitar uma aprendizagem, que acaba sendo, ainda, um ato de poder. Ao contrário, nós nos esforçamos para criar situações dialógica cada vez mais e mais completas e verdadeiras, para que uma turma de alunos, se transforma de fato em uma comunidade aprendente, em uma equipe de criação solidária do saber- com- que se aprende.
A educadora sonhada por Paulo Freire não deixa que falem e não escuta seus alunos, como um jogo, como uma espécie de teatro pedagógico, planejado, onde está sempre previsto o momento que retornará a palavra competente e, como um ato didático de poder disfarçado(ou não ) dirá´para os que silenciaram para ouvi-la, o saber que ensina quem não sabe.
A consciência política da educadora não extingue a responsabilidade pela formação competente através do estudo continuado e de valor crescente.
Na sociedade desigual e excludente, educar é sempre uma escolha: o sujeito preferencial da educação popular e da escola cidadã é o excluido, é a maioria das pessoas postas à margem, e porque, sendo uma luta, o educador reflexivo e participante e também um portador de esperança.
Por fim a alegria, a beleza, a poesia, e o mistério do trabalho da educadora não pode ser uma promessa para uma futuro, sempre adiado.É algo que deve acontecer a cada dia, em cada momento do seu trabalho.

Tuesday, November 28, 2006

Trabalho final - Grupo G

Terça-feira, Novembro 28, 2006

:: ECS 9 - Grupo G


Educação, trabalho infantil e feminino

Nas obras de Marx e Engels podemos identificar muitas questões relacionadas à educação, embora não tenham dedicado nenhuma obra específica a tal assunto. Mesmo desta forma, o aprofundamento é muito pertinente a época e contexto em que viveram. As situações produzidas pelo capitalismo foram propulsoras de suas opiniões e questionamentos acerca do tema. A primeira metade do século XIX há a consolidação do capitalismo e burguesia, contestados pelo movimento socialista e anarquista. O descaso com as questões sociais, especificamente a educação, juntamente com os problemas enfrentados pela população operária, colocam a educação e ensino em primeiro plano, considerando-o como instrumento de transformação.

O capítulo do livro que trata sobre Educação, Trabalho Infantil e Feminino apresenta qual o valor dado a educação, e quais as prioridades das famílias, que nem sempre consideravam os desejos e necessidades das crianças e adolescentes.O autor considera incorreta a participação de crianças e adolescentes na indústria moderna. Para tanto, faz uma análise do trabalho destes sob enfoque da família, educação e sociedade. Esta, deveria garantir aos seus membros todos os direitos, já que sozinhos não poderiam fazê-lo. A burguesia e aristocracia, preocupam-se apenas com suas crianças, da sua classe. Na classe operária é diferente.

O trabalho individual nem sempre compreende o verdadeiro interesse de seus filhos nas condições normais do desenvolvimento humano. O setor mais culto desta classe, considera a formação muito importante, julgando necessário aliar ao trabalho a educação, que pode ser classificada em intelectual, corporal e tecnológica.Acredita-se que esta formação aliada ao trabalho produtivo, eleverá a classe operária a cima dos níveis das classes burguesa e aistocrática.Engels repudia a degradação moral causada pela exploração capitalista do trabalho de mulheres e crianças.

A preocupação com o intelectual, afetado pelo trabalho operário, fez com que o parlamento inglês promulgasse a lei fabril, garantindo às crianças 3 horas por dia na escola com umprofessor responsável.Tal lei prevê nº de hora e dias, frequencia e assiduidade de cada aluno, de acordo com sua idade e ocupação.Nos anos seguintes a lei obteve modificações a fim de beneficiar os verdadeiros projudicados neste sistema, mas com discordância por parte de alguns empregadores.

Marx e Engels, pretende, não retornar a situações pré- capitalista, mas ir além do capitalismo, e essa superação só pode se realizar acentuando as contradições e desenvolvendo as possibilidades do próprio capitalismo.As propostas de Marx e Engels se movem num horizonte bem concreto: criticar a atual instituição escolar e mudá-la.Estavam conscientes das necessidades culturais, cientificas e técnicas, das forças produtivas que a sociedade industrial havia posto em marcha.Ambos procuravam fugir das colocações abstratas. A situação que lhes interessava é a dos trabalhadores e o modelo que pensam é o de uma estrutura social onde os trabalhadores tenha a hegemonia, onde desapareça a divisão do trabalho e a FELICIDADE substitua a NECESSIDADE. A relação entre a divisão do trabalho e a educação e o ensino não é uma mera proximidade e nem uma mera consequência, mas é uma articulação profunda que explica com toda claridade os processos educativos e manifesta os pontos em que é necessário pressionar para conseguir sua transformação,conseguindo não só e emancipação social, mas também e de forma muito especial a emancipação humana.

O texto retrata a situação de crianças do século passado, mas parece que faz uma relação com algumas crianças que conhecemos. Muitos de nossos alunos também necessitam trabalhar para ajudar no sustento em casa. Muitas vezes eles mesmos são responsáveis pela parte financeira, ou quando mão ocupam esta posição, precisam cuidar dos afazeres domésticos e dos irmãos menores enquanto os pais trabalham. nestes casos, a educação nem sempre é valorizada, pois faltam a aula, sem dar explicações à professora, e sem motivação pessoal e incentivo da família, acabam evadindo.Como naquele tempo, também temos uma lei que, de certa forma, ampara nossas crianças: o ECA, Estatuto da Criança e do Adolescente. Mas na prática sabem que ele não é respeitado.

E nós, professoras?...
O que temos a ver com tudo isso?

É importante considerar que Marx e Engels ou até mesmo Paulo Freire preocupavam-se e se mobilizavam em torno das pessoas trabalhadoras, com o objetivo de torná-las mais felizes, o mundo menos injusto.Deixaram escrito isto.E nós não temos a competência de conhecer em nosso tempo e nem concretizar este sonho que fez parte de obras destes educadores.Lamentamos.

É muito complicado essa questão, pois trabalhamos numa realidade bastante carente, em que muitas crianças precisam trabalhar para sobreviver... Como vou convencer os pais da criança que contribui financeiramente em casa, da importância da escola na sua vida? É certo pedir para que parem de trabalhar? Muitas foram as conquistas da mulher até os tempos atuais, mas será que tais conquistas nos dá a igualdade social? E que benefícios através da igualdade social a mulher busca com relação ao homem? É uma questão bastante delicada, mas não pode ficar sem a nossa ação. De alguma forma precisamos contribuir para a reversão deste quadro


[Ivanize Honorato] [12:35 PM]

Saturday, November 25, 2006

Uma visão individual sobre o livro ¨textos sobre educação e ensino¨de Marx e Engels

A divisão do trabalho consubstancial ao processo de implantação do modo de produção capitalista, é o eixo sobre o qual se articulam as colocações de Maxr e Engels, em torno do tema educação e ensino.Estabelece uma divisão, igualmente radical, entre os tipos de atividade e os tipos de aprendizagem , prolongando-se em uma divisão social e técnica que interfere no desenvolvimento do indivíduo e constitui o ponto chave deste trama que produz a exploração dos trabalhadores.
Sua pretenção não é retornar a situações pré- capitalista mas Marx e Engels pretendem ir além do capitalismo, e essa superação só pode se realizar acentuando as contradições e desenvolvendo as possibilidades do próprio capitalismo.
As propostas de Marx e Engels se movem num horizonte bem concreto: criticar a atual instituição escolar e mudá-la.Estavam conscientes das necessidades culturais, cientificas e técnicas, das forças produtivas que a sociedade industrial havia posto em marcha.Ambos procuravam fugir das colocações abstratas. A situação que lhes interessava é a dos trabalhadores e o modelo que pensam é o de uma estrutura social onde os trabalhadores tenha a hegemonia, onde desapareça a divisão do trabalho e a FELICIDADE substitua a NECESSIDADE.
A relação entre a divisão do trabalho e a educação e o ensino não é uma mera proximidade e nem uma mera consequência, mas é uma articulação profunda que explica com toda claridade os processos educativos e manifesta os pontos em que é necessário pressionar para conseguir sua transformação,conseguindo não só e emancipação social, mas também e de forma muito especial a emancipação humana.
Quero considerar que Marx e Engels ou até mesmo Paulo Freire consideravam e se mobilizavam em torno das pessoas trabalhadoras, com o objetivo de torná-las mais felizes, o mundo menos injusto.Deixaram escrito isto.
E nós não temos a competência de conhecer em nosso tempo e nem concretizar este sonho que fez parte de obras destes educadores.Lamento isso.

Thursday, November 23, 2006

Versão inicial ECS9 Grupo G

Domingo, Novembro 19, 2006

:: ECS9 - Grupo G - versão inicial


Grupo G:
Cleide * Ivanize * Magali * Marcia * Marlene * Tânia

Educação, trabalho infantil e feminino

Nas obras de Marx e Engels podemos identificar muitas questões relacionadas à educação, embora não tenham dedicado nenhuma obra específica a tal assunto. Mesmo desta forma, o aprofundamento é muito pertinente a época e contexto em que viveram. As situações produzidas pelo capitalismo foram propulsoras de suas opiniões e questionamentos acerca do tema.

A primeira metade do século XIX há a consolidação do capitalismo e burguesia, contestados pelo movimento socialista e anarquista. O descaso com as questões sociais, especificamente a educação, juntamente com os problemas enfrentados pela população operária, colocam a educação e ensino em primeiro plano, considerando-o como instrumento de transformação.
O capítulo do livro que trata sobre Educação, Trabalho Infantil e Feminino apresenta qual o valor dado a educação, e quais as prioridades das famílias, que nem sempre consideravam os desejos e necessidades das crianças e adolescentes.
É repulsivo, que em alguma época tenha sido considerado legítimo e saudável o trabalho de crianças e adolescentes ("aquele que quer comer tem de trabalhar, não só com seu cérebro, mas também com suas mãos"). As crianças, a partir dos 9 anos de idade, eram conduzidas ao trabalho por seus próprios pais e não havia defesa de seus direitos. De acordo com Karl Marx, a sociedade não podia permitir que pais e patrões empregassem seus filhos, salvo se esse trabalho fosse paralelo com a educação. O trabalho noturno, de crianças, deveria ser proibido por lei. Uma Foi criada uma"lei ilusória", que dizia que as crianças deveriam permanecer encerradas por um determinado número de horas, por dia, entre quatro paredes, em um local chamado "escola". Sendo que não raro acontecia, que a pessoa que se dizia professor neste local, não sabia nem ao menos escrever o próprio nome e o local era impróprio para o número de crianças que atendia.
A lei fabril inglesa, veio minimizar a situação: os pais não poderiam enviar seus filhos menores de 14 anos às fábricas, sem enviá-los ao mesmo tempo à escola primária. O fabricante era responsável pela observação da lei. O ensino na fábrica era obrigatório, sendo uma das condições de trabalho. Depois da lei foi verificado que as crianças que iam meio turno na escola e no outro trabalhavam, aprendiam muito mais do que os que ficavam tempo integral na escola. Os fabricantes preferiam as mulheres casadas para trabalhar em seus teares, pois a família dependia do seu trabalho, fazendo com que trabalhassem com mais afinco, sendo mais ativas e cuidadosas. Transformando assim, toda a pureza e doçura de seu caráter em instrumento de tortura e escravidão.
As crianças e adolescentes trabalhadores eram massacrados, em um trabalho fatigante, que não lhes capacitava para trabalho algum e quando não serviam mais para aquilo, eram simplesmente mandados embora, sem emprego ou instrução. Transformando-se em criminosos, por não conseguirem outra atividade. Com a indústria moderna (tecnologia), o trabalhador se vê sob a ameaça constante de perder seu meio de sobrevivência, para isso, precisa ser mais versátil, trabalhando em vários ofícios. A exploração do trabalho infantil é mantido pelos pais, que exercem sobre seus filhos uma autoridade arbitrária, sem freio e sem controle, transformando-os em máquinas de produzir salários. Por mais repugnante que pareça ser a decomposição da velha estrutura familiar, dentro do sistema capitalista, foi a indústria moderna que criou um papel decisivo, que dá às mulheres, adolescentes e crianças, o novo fundamento econômico para uma forma superior da família e das relações entre os sexos.
Uma reformulação na lei, em 1842, sugeria efeitos mais benéficos aos trabalhadores menores e adultos:horas de trabalho regulares e moderados; menos tempo de trabalho em idade prematura; oportunidade para estudo, pelo menos até aos 13 anos, lhes proporcionaria descanso e bem estar. Embora o Parlamento tenha aceitado as sugestões, vinte anos após, tudo continuaria igual: os abusos continuavam e as crianças cresciam sem a menor noção de moral, sem educação, sem religião e sem o afeto da família.
****
Podemos perceber que Marx e Engels descrevem neste texto, escrito a mais de 100 anos, se compara a todas as discussões e pesquisas que ainda hoje são mantidas. Naquela época a Revolução Industrial foi uma das principais propulsoras do trabalho infantil e feminino, e hoje acreditamos que a crise social é portadora de grande parte desta culpa.
É possível (infelizmente!) fazer uma relação do texto com a nossa realidade escolar. O trabalho infantil e os maus tratos são situações que muitos de nossos alunos passam. Crianças que precisam catar sucata, carregar pedras, cuidar de carros, vender balas, entre outras atividades, é normal em escolas que situam na periferia do município.
Há situações e que os pais saem para trabalhar, e o filho mais velho, que às vezes tem até menos de dez anos, é responsável por cuidar dos irmãos menores e da casa.
Muitos pais preferem que seus filhos estejam trabalhando que brincando na rua ou até mesmo estudando, e por isso não se preocupam com assiduidade de seus filhos, nem se apresentem baixo rendimento escolar, ou sintomas de cansaço, desânimo e doenças.
Frente a essas situações nos questionamos...
É possível haver transformação dessa realidade a partir da educação? Será que esse desejo por parte das famílias? Qual o nosso papel frente a estes problemas?

Tuesday, October 31, 2006

Contextualizando Marx e Engels

Contextualizando Marx e Engels


Marx nasceu e Trier no dia 5 de maio de 1818 e morreu em Londres a 14 de março de 1883, foi juntamente com Karl Marx, Vilfredo Pareto e Èmile Durkhéim um dos modernos fundadores da sociologia.Economista, filósofo e socialista alemão conheceu em Paris seu grande amigo Friedrich Engels, em 1844, uma amizade que duraria para a vida inteira.Era o mais velho de sete filhos de Marx Weber e sua esposa Helene.
Impedido de seguir a carreira acadêmica torna-se em 1842 redator chefe da Gazeta renana, com o fechamento do jornal palos censores do governo, emigra para a França.Em 1842 casou-se com Jenny Von Westphalen e teve cinco filhos. Três morreram na infância, provávelmente pelas péssimas condicões financeiras a que a família estava submetida. Foi demitido e exilado e na Inglatera onde tentou ganhar a vida.
Engels foi protetor e principal colaborador de karl Marx,desempenhou papel de destaque na eslaboração da doutrina comunista.Nasceu em 28 de novembro de 1820 e morreu em 5 de agosto de 1895, filho de um rico industrial de Barmo na Alemanha.Engels quando estudante aderiu ás idéias de esquerda, o que o leva a se aproximar de Marx.Assume por alguns anos a direção de uma das fábricas do pai,e suas observações nesse período formam a base de uma das suas principais obras: A situação dos trabalhadores na Inglaterra, públicada em 1845. Muitos dos seus trabalhos posteriores são produzidos em colaboração com Marx, o mais famoso deles é o Manifesto Comunista de 1848.
Filosofia de Marx;
Materialismo dialético: A dialética marxista postula que as leis do pensamento da realidade dialética não é só pensamento e realidade a um só tempo.Mas o conteúdo histórico ditam a dialética do marxismo" a dialética é ciência que mostra as contradições concretamente identicas,como passam uma na outra, mostrando porque a razão não deve tomar essas contradições como coisas mortas, mas sim coisas vivas, móveis, lutando uma contra a outra.
Materialismo Históricos: Na teoria marxista o materialismo histórico pretende a explicação da história das sociedades humanas, em todas as épocas, através de fatos materiais, essncialmente econõmicos, técnicos.
Existencialismo: O que Marx mais critica é a questão de como compreender o que é o homem.Para Marx o homem é um ser capaz de produzir suas condições de existência, que diferencia o homem.
Política e Economia:Se analisarmos o contexto histórico do homem,percebemos que o espirito de coletivismo, todos partilhavam da mesma terra, não havia propriedade privada, a caça era compartilhada por todos, mas o homem com o tempo e com suas descobertas territoriais acabou fazendo escravos, por causa de sua ambição.
A Luta de Classes; A teoria marxista procura explicar a evoluçao das regras econômicas nas sociedades humanas ao longo do processo histórico.Havia uma guerra de força entre poderosos e fracos, opressores e oprimidos e a história da humanidade seria constituida por pemanente luta entre as classes.



www.culturabrasil.pro.br/Marx
hppt://pt.wikipedia.org.wiki/Karl_ Marx
www.vermelho.org.wiki.biblioomarx
www.revistaescola.grandespensadores= editora abril
www.wikipedia,org/wiki/Friedrich_Engels
hppt://pt.wikipedia.org/wiki/discussaão / Karl_Marx

Monday, October 30, 2006

Semana 5 ESC atividade 6

Conteúdo de Debate no Fórum sobre Durkhéim, Weber e Marx



Estou impressionada com a discussão que foi feita no Fórum sobre Durkhéim, Weber e Marx, porque de uma certa forma nós vivemos e trabalhamos no nosso tempo, como eles descreveram na época deles.
Vivemos com pessoas que tentam dominar e muitos são os dominados.
Com certeza nem uma forma de governo foi tão boa, à ponto de tornar o mundo mais justo.
Quem sabe se o comunismo não tivesse virado ditadura, o respeito de Marx pela classe proletária,tivesse acontecido e muitas coisas teriam mudado.
Hoje no Brasil vivemos sob o jugo do capitalismo e tendemos a ser capitalistas
em nossa vida e na nossa escola.
Continuamos a ver nosso filhos e alunos serem excluidos e descriminados sem coragem para mudar essa realidade.
As leituras fazem a gente pensar.Alguma coisa nós temos que fazer para que nossas escolas e nós mesmos mudemos.





Ser/estar x papéis poder/hierarquia


Tenho sobrevivido na escola estadual, durante esses 38 anos, porque acredito
no valor dos alunos.Eu vi coisas acontecendo dentro das escolas que eu passei, coisas promovidas pelas professoras, que me dá tristeza de lembrar.
Eu estava na minha sala de aula e olhei, sem querer para outra sala, e vi uma colega minha levando do chão, uma menininho de 8 anos pelas orelhas.Na minha indignação abri a porta e fui na sala de aula dela e discutimos.Eu sei que desrespeitei minha colega mas eu nunca pedi desculpas a ela, porque ela não pediu desculpas ao aluno.


Visitas aos blgs de colegas:

Três Cachoeiras - Edinara Scheffer Costa Sapiranga Adriana Pessoa, Carolina Kapper
Sapiranga - Adriana Marques

minha imagem


Minha imagem, para participar do grupo.
Meu endereço- tanbernardon@yahoo.com.br

Sunday, October 22, 2006

Semana 4 / ECS 5 - Weber

Visitei o blog diversos colegas entre outros a Adriana Arruda,Zilma, Maria Aparecida, Ana Luiza. fiz os comentários, deixei meu recado.


Olhar de Weber quanto a dominação.


De diversas formas uma pessoas dominam as outras. Nós temos que sobreviver as diversas formas de dominio. A gente obedece a justiça,os governos, os pais, a autoridade na escola...
Eu pessoalmente não gosto de obedecer, principalmente as idéias loucas das direções das escolas,muitas vezes tribudiam em cima dos professores. Afinal é alguém colega da gente que a gente votou.Nas escolas na minha opinião deve haver discussão, a partir do tema discutido a gente cria vínculos com a assunto debatido e assume compromissos.
Existem, segundo Weber três tipos de dominação: dominação legal, tradicional e carismática.
Quando se obedece a pessoa em virtude de lei e não em virtude do seu próprio direito. Quem ordena, obedece também e sua administração é trabalho profissioal isto é o que Weber chama de dominação legal.O tipo daquele que ordena é o superior, cujo direito de mando está legitimado por uma regra estatuída,no âmbito de uma competência concreta, cuja delimitação e especialização se baseiam na utilidade objetiva e nas suas exigências profissionais estipuladas para a atividade do funcionário. O tipo de funcionário é aquele de formação profissional , cujas condições de serviço se baseiam num contrato, com pagamento fixo, graduado segundo a hierarquia do cargo e não do volume do trabalho, e direito de ascensão conforme regras fixas.A base do funcionamento técnico é a disciplina do serviço.
A dominação tradicional a gente obedece a pessoa em virtude de sua dignidade própria, santificada pela tradição: por fidelidade.Seu tipo mais puro é da dominação patriarcal.A ação dominante é o de caráter comunitário.Por outro lado, fora das normas tradicionais, a vontade do senhor somente se acha fixada pelos limites que em cada caso põe o sentimentode equidade,de forma sumamente elástica.
Na Dominação carismática obedece-se exclusivamente a pessoa do lider por suas qualidades excepcionais e não em virtude de sua posição estatuida ou de sua dignidade tradicional. Seus tipos mais puros são a dominação do profetas, do herói guerreiro, ou de um grande demagogo.
O quadro é escolhido segundo o seu carisma e vocação pessoais, e não devido à sua qualificação como funcionário.São exclusivamente determinados da extenção da legitimidade do sequaz designado ou o apóstolo a missão do senhor e sua qualificação carismática pessoalEncontramo-nos diante de uma luta de líderes,que em última instância pode ser resolvida pelo confiança da comunidade, e na qual o direito sómente pode estar de um dos lados, ao passo que para o outro somente pode existir injustiça merecedora de castigo.
Lendo o texto os Três Tipos de Dominação Legítima a gente tem uma visão muito melhor de como o mundo funciona.Dá uma tristeza porque como as coisas ocorrem e a nossa imposibilidade de fazer mudanças.

Friday, October 13, 2006

Atividades da disciplina ETCI - semana 2

Tive a oportunidade de conhecer diversos blogs educativos.Mas eu selecionei dois que fecham com minha prática.
www.educacional.com.br ese é o blog C/Educacinal e tem como objetivo: com o intuito de encorajar e disseminar o uso de tecnologias inovadoras, possibilitar a criação de novos relacionamentos nas escolas, instigar a aprendizagem e levar informações atuais a todos que participam da vida escolar.
WWW.fátimafrancohistórinhas.weblogger.terra.com.br Blog Educacional: ambiente de interação e escrita colaborativa.
e seu objetivo: analisar as formas de integração linguisticas-cognitivas utilizadas por alunos de ensino fundamental, num blog educacional, com a finalidade construção de textos narrativos, de forma colaborativa.



Meu Pefil


Como eu trabalho com oficinas de leitura e escrita, para adultos escolhi o tema A INCLUSÃO,Tenho visto muita exclusão, até por isso os adultos tentam só agora se alfabetizar.Tenho 3 turmas de alunos.Escolhi a turma da tarde para fazer experiência, porque estão comigo desde o ano passado. eles progrediram muito. Já consequimos fazer textos colaborativos, em sala de aula.Foi recém montado, o laboratório de informática, com alguns computadores doados pela Universidade de Passo Fundo, só que não tem acesso a internet.Fui duas vezes com os alunos,estão aprendendo a digitar, os textos deles.Eles estão muito entusiamados.
Minhas caracteristicas profissionais: segundo uma colega,perseverante,esperançosa,competente.

Título: A Inclusão


Apresentado a temática: A política neoliberal resume criticamente este processo de exclusão, pois segue um projeto global. Tudo tem que ser igual no mundo inteiro, para que o individuo seja particular.


Abordagem Teórica:


A escola pública tem muitos desafios,mas é a escola que oportuniza a busca de praticar conquistas socais e políticas.È a escola que expressa compromisso, decorrentes da Declaração do Direitos Humanos, da Constituação de 1988, do Estatuto da Criança e do Adolescente, das Leis de Diretrizes e Bases.
Isso, faz a gente sonhar...
A retomada de uma concepção mais humanista da educação básica orientada para o pleno desenvovimento humano dos educandos e para o acompanhamento pedagógico, de suas temperalidades aponta horizontes promissores.
A Escola,que se quer, para todos, se alegre pela conquista de direitos, pela realização da justiça social,o exercício pleno da cidadania.
A Escola passaria a ser portanto, aquela que tem obrigação, por seus projetos educacionais e pedagógicos, de atribuir competências e habilidade a todos os envolvidos, respeitando os límites do de seu processo de desenvolvimento,a diversidade e singularidade de sua possibilidades. Que todos os educandos construam autonomia, espirito de cooperação,reciprocidade e possam enfrentar os problemas que o trabalho da vida coloca-lhes e que saibam o melhor a fazer em nome de sua cidadania e compromisso social.


Desafios para serem discutidos e desevolvidos pelos educandos.



O que é exclusão e inclusão?
De que maneira, na nossa vida pessoal,somos exclusivos?
Quando sinto que tomei uma atitude, inclusiva?
Vamos imaginar que encontramos um pessoa, deficiente auditivo, está pessoa precisa da nossa ajuda.como reagiremos?
Pensou? Então faça seu primeiro texto sobre o assunto.
Leitura do texto, para os colegas.Confrontar as idéias e relacionar,as novas informações do estudo.
Continuamos na próxima aula.



Seleção de sites que possam ser links de apoio:


www.educacionalonline.pro.br

www.pro-inclusão.org.br

www.ibict.br

Monday, October 09, 2006

Atividade 2 Tania Bernardon ECS

Falando sobre os blogs sugeridos pela professora Suzana.

Conhecer eis nossa função neste curso. Visitei todos os blogs sugeridos e vou fazer um fala sobre cada um.
Começo com os blogs relacionados e que tem a mão e a cabeça da minha professora Suzana. Com certeza a afirmação que a professora fez na nossa aula presencial no dia 19/09/06 é correta.Os blogs educativos, os textos postados neles, nos enriquecem.
Através da leitura do blogs, vida de professora, embora seja em espanhol,com outra realidade em outro contexto, me faz pensar,nem tudo está perdido.
Eu amei o relato de experiência. Agora, neste curso,estou aprendendo a lidar com o computador, logo, logo, estarei fazendo inclusão digital com os meus alunos.
O Sérgio, além de ser um gato,tratou do assunto,entre outros, política, e é do meu interesse.
Proa Virtual, esse parece o blogs educativo que eu vou criar.
No blog Tridisciplina,fala sobre os negros.Os negros segundo estatítica formam quase metade da população brasileira, e na escola tem que se adaptar a um curriculo pensado por brancos, completamente desvinculado da sua realidade.O Negro não encontra nem um referencial de identidade, seu mundo de cultura não é repeitado e nem considerado.
È preciso que se contrua um modelo de educação, que repeite a tradiçao deste povo, que observe sua cultura e relacione com as práticas educativas existente.

Friday, October 06, 2006

Atividade 3 Tania Bernardon

Dados de Identificação:
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Polo de Sâo Leopoldo
Escola Cultura e Sociedade
Professora Suzana Gutierres
Aluna Tania Maria Bernardon


As definições de educação e o exame crítico de Èmille Durkheim.


Respondendo perguntas:


1 Qual a posição de Durkheim frente ao que diz Stuart Mill?

Durkheim analisa o que diz sobre educação Stuart Mill que a influência das coisas sobre os homens é diversa, os prossessos e os resultados dos próprios homens. A ação dos menbros de um geração, uns sobre os outros, difere.
2 Quais as duas definições ressaltadas por Durkheim. Explique qual o ponto fraco que incorrem?
Segundo Kant¨" o fim da educação é desenvolver em cada individuo, toda a perfeição que ele é capaz" e segundo James Mill a educação seria " fazer do individuo um instrumento de felicidade, para si mesmo e para seus semelhantes."
Os dois falam de uma educação ideal, apropriada a todos os homens.
3 O que é preciso , de acordo com Durkheim,para definir educação?
Para definir educação é necessário que haja um geração de adultos e uma geração de de crianças e adolencentes, e que ação seja exercida pela primeira sobre a segunda.
4 De acordo com Durkheim, que fatos levam, cada sociedade a fazer do homem certo ideal, tanto do ponta de vista intelectual quanto físico e moral?
Segundo os meios de particulares de toda a sociedade, encerra em sua complexidade um função de que o ideal passa ao mesmo tempo para o uno e diverso, e que isso contitue a parte básica da educação.estados físicos e mentais que a sociedade considera como indispensáveis a todos os seus menbros e certos estados físicos e mentais que o grupo social considera igualmente indispensáveis.
5 Segundo o autor que função o "ideal" a ser realizado tem que suscitar na criança?
Homogeneidade e diversidade. A primeira e que a criança precisa de uma educação mais igualitária como básica e na diversidade será provocada para as aptidões profissionais.
6 A partir da definicão " A educação é a ação exercida pelas geraçoes adultas sobre as geracões que não se encontram preparadas para a vida social; Tem por objeto suscitar e desenvover na criança certo número de estados físicos, intelectuais, mentais e morais, reclamados pela sociedade política no seu conjunto e pela meio especial a que a criança, particularmente se destine" o que conclui Durkheim? Explique?
A educação é um meio pelo qual se prepara no íntimo das crianças as condições essenciais da própria existência, numa socialização metódica das novas gerações.
7 Como o autor explica que a sociedade e individuo são idéias dependentes?
em cada um de nós existem dois seres: o ser individual e o ser sócial.
O primeiro se relaciona com os acontecimentos de nossa vida pessoal, e o segundo é um sistema de idéias, sentimentos e hábitos que exprimem em nós, não a nossa personalidade, mas as idéias dos grupos diferentes que fazemos parte. Construir esse ser social é o fim da educação.

Thursday, September 28, 2006

Atividade 1 Tania Bernardon

Eu sou lutadora.Vivi, trabalhando muito para criar meus filhos e formá-los.Tenho 3 filhos e muitos alunos e sempre tento passar para eles,o que diz Saramago neste texto que li:¨gostar é provavelmente a melhor maneira de ter¨e então eu tenho meus filhos porque gosto, tenho o meu trabalho porque gosto, sou lutadora porque gosto e eu vivo porque eu gosto.
Eu moro em Passo Fundo e trabalho no Núcleo de Educação de jovens e Adultos,trabalho com oficina de escrita e leitura, e não me permito desistir, porque na alfabetização tem que fazer o processo todo, e dos alunos que eu tive durante minha vida, alguém desistiu e eles não se alfabetizaram.
Acredito na minha escola, porque tem gente que luta, como eu.
Me tornei professora porque na cidadezinha onde eu morava tinha uma Escola de magistério de primeiro grau.Com doze anos comecei a frequentar o curso e com dezesseis já fazia estágio, numa primeira série.Quando me formei, trabalhei dois anos numa escolinha, no interior do interior, tinha 66 alunos. de primeira a quinta série, e eu atendia a todos.
Fui para Vacaria fazer o magistério de segundo grau.Em 1996 me aposentei.Fiz concurso no ano de 1999 e assumi no ano de 2000.Trabalhei no Mova, do Rio Grande do Sul.Trabalhei como apoiadora e estudei muito Paulo Freire.Vivi neste momento grande conhecimento, fiz muitas formações,e aprendi tudo o que sei agora.
Há 38 anos trabalho no estado,muitas coisas se passaram e eu acredito que nós professores somos reponsáveis, pela vida dos nossos alunos, depois de terem passado por nossa mãos.
Na minha profissão, não tenho medo de nada, porque aprendi que o conhecimento é aprendido, na retomada.
Acredito no curso que estou fazendo, isto tudo vai me enriquecer profissinalmente.
Sou ousada naquilo que faço porque acredito na mudança deste país através da educação.

Thursday, September 21, 2006

Sao Leopoldo

Sao Leopoldo

Wednesday, August 23, 2006



EDUCAR NÃO É ENCHER UM CÂNTARO


MAS ACENDER UM FOGO.

Tuesday, August 22, 2006

Idas e vindas

Durante toda a vida fiz muitas coisas. E eu sou feliz, porque eu faço.
Para mim começar uma faculdade na Ufrgs é o máximo. Conhecer, me formar fez sempre minha cabeça.
De alguma forma quero retribuir para o povo brasileiro essa faculdade gratuíta.

Os meus colegas, professores, monitores, vamos lá!